19.10.2026
Por Sandro Cezar*
Para
quem defende a manutenção e fortalecimento da entidade, Luiz Inácio Lula da
Silva representa a continuidade da recuperação e do crescimento
Os servidores públicos federais e suas entidades representativas conhecem bem o preço das escolhas políticas. Entre os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, a saúde suplementar do funcionalismo enfrentou anos de congelamento da participação da União, enquanto os custos da assistência médica cresciam de forma acelerada. Quem acabou pagando a diferença foram os próprios servidores, por meio de reajustes cada vez maiores.
Nesse
período, a Geap enfrentou um dos momentos mais difíceis de sua história.
Entidades sindicais denunciaram aumentos expressivos nas mensalidades,
intervenções na governança e decisões que ampliaram a insegurança dos
beneficiários. A sensação era de abandono de uma política que sempre foi
fundamental para garantir proteção aos trabalhadores do serviço público e suas
famílias.
A
partir de 2023, o cenário começou a mudar. Com uma gestão focada na recuperação
da operadora, a Geap voltou a crescer, ampliou sua carteira de beneficiários e
retomou uma trajetória de fortalecimento institucional. Os desafios continuam
existindo, mas a direção passou a ser de reconstrução, não de desmonte.
*Sandro Cezar é presidente da CUT/RJ e secretário-geral do Sintsaúde/RJ. Foi presidente da CNTSS/CUT.
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